POR MAIS QUE VOCÊ QUEIRA UMA EXPLICAÇÃO LÓGICA PARA O SUSO DO PAPA FRANCISCO NUMA CIDADE ESTREANTE EM MEGAPROTESTOS NÃO VAI ACHAR.
DEVE HAVER UMA ALMA CARIOCA MESMO.
AQUI COMEÇOU A PRÓXIMA GRANDE EVOLUÇÃO DA IGREJA CATÓLICA NO MUNDO.
VAMOS ACOMPANHAR OS PRÓXIMOS PASSOS...
quarta-feira, 31 de julho de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
O Gênio da Lâmpada existe. Você pode fazer TRÊS PEDIDOS A ELE. EM CINCO MINUTOS. O QUE VOCÊ VAI PEDIR?
O QUE ESTÁ ACONTECENDO AGORA NO BRASIL - MUITA GENTE PEDINDO MUITA COISA - JÁ SE PRENUNCIOU NO OCCUPY WALL STREET.
O MUNDO ESTÁ CANSADO DE VIVER DE EXPECTATIVAS, QUER VER REALIZAÇÕES. TANGÍVEIS AO ALCANCE DE SUAS MÃOS.
ISTO FOI SEMPRE UM CAMPO MÁGICO.
O GÊNIO DA LÂMPADA DO ALADIM ERA O ÚNICO RECURSO PARA OBTER ESTES MILAGRES POR UM PASSE DE MÁGICA.
AO VER O QUE ESTÁ SENDO PEDIDO POR TODOS OS PARTICIPANTES - INCLUSIVE OS BANDIDOS QUE PERCEBEM COMO FICOU FÁCIL ROUBAR NUMA ATITUDE POLITICAMENTE CORRETA - SONHEI COM UM GÊNIO E ELE ME SUBMETEU AO DESAFIO:
- ESTOU AQUI CARA, E ESTOU PRONTO A ATENDER A TRÊS PEDIDOS SEUS. TEM DE SER EM CINCO MINUTOS SENÃO EU SUMO E VOCÊ PERDE A CHANCE !!!
PASSO O PROBLEMA PARA VOCÊ
QUAIS SÃO OS SEUS TRÊS PEDIDOS?
O MUNDO ESTÁ CANSADO DE VIVER DE EXPECTATIVAS, QUER VER REALIZAÇÕES. TANGÍVEIS AO ALCANCE DE SUAS MÃOS.
ISTO FOI SEMPRE UM CAMPO MÁGICO.
O GÊNIO DA LÂMPADA DO ALADIM ERA O ÚNICO RECURSO PARA OBTER ESTES MILAGRES POR UM PASSE DE MÁGICA.
AO VER O QUE ESTÁ SENDO PEDIDO POR TODOS OS PARTICIPANTES - INCLUSIVE OS BANDIDOS QUE PERCEBEM COMO FICOU FÁCIL ROUBAR NUMA ATITUDE POLITICAMENTE CORRETA - SONHEI COM UM GÊNIO E ELE ME SUBMETEU AO DESAFIO:
- ESTOU AQUI CARA, E ESTOU PRONTO A ATENDER A TRÊS PEDIDOS SEUS. TEM DE SER EM CINCO MINUTOS SENÃO EU SUMO E VOCÊ PERDE A CHANCE !!!
PASSO O PROBLEMA PARA VOCÊ
QUAIS SÃO OS SEUS TRÊS PEDIDOS?
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Na Holanda , a maldição da prece atendida. O QUE FAZER COM TANTAS BICICLETAS?
A Holanda ocupa um lugar privilegiado na nossa percepção do mundo.
A começar pela ideia de que tudo aqui seria diferente se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses.
Dou graças a Deus, sempre que ouço este desejo frustrado de pessoas que acham que os portugueses foram muito inadequados.
Não foram, mas isto é outro papo.
Vi hoje esta foto no NYT e perdi a matéria em que os holandeses estão chegando à conclusão de que há um momento para parar com a compra, uso e valorização da bicicleta.
Uma foto vale mais do que 1000 palavras.
Se quisessem me submeter a uma tortura infernal bastaria me obrigar a fazer a busca de minha bicicleta neste mar nunca dantes navegado.
A minha questão é se no devido tempo uma coisa como esta poderia acontecer por aqui.
Se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses garanto que já estaríamos de bicicletas até o teto.
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terça-feira, 14 de maio de 2013
Cafés do Rio mudaram muito e chegaram hoje ao Starbruck
O Rio de Janeiro no século 20 foi a grande cidade dos cafés.
As pessoas os frequentavam até para tomar café. Mas, na verdade, a vida da cidade girava em torno deles.
Mas, a evolução do café que passou pela liquidação dos cafés em pé.
Já havia deixado de lado os cafés sentados alguns anos antes.
Toda a criatividade carioca em ter trazido os cafés para o Rio sumiu ao administrar a sua evolução.
A evolução dos cafés desaguou no Starbruck. e nos seus congênres menos badalados.
O hábito de tomar café e conversar deixou de ser uma prática carioca.
E foi substituida porque novos hábitos?
As pessoas os frequentavam até para tomar café. Mas, na verdade, a vida da cidade girava em torno deles.
Mas, a evolução do café que passou pela liquidação dos cafés em pé.
Já havia deixado de lado os cafés sentados alguns anos antes.
Toda a criatividade carioca em ter trazido os cafés para o Rio sumiu ao administrar a sua evolução.
A evolução dos cafés desaguou no Starbruck. e nos seus congênres menos badalados.
O hábito de tomar café e conversar deixou de ser uma prática carioca.
E foi substituida porque novos hábitos?
Era diferente e sofisticado.Parecia eterno, mas como tudo perdeu o brilho inicial. O que substituiu os cafés do Rio?
quinta-feira, 25 de abril de 2013
O avô da Estela e a ação subversiva dele na formação dos netos. Acho que esta é a melhor coisa que os avós podem fazer...
A Estela Menezes com quem tive o prazer de trabalhar há muito tempo e de poder continuar trabalhando como se este ciclo nunca tivesse sido interrompido me mandou um e-mail genial sobre o aeroporto Santos Dumont.
Respondi contando as minhas lembranças sobre o aeroporto e a Estela me retornou contando as suas lembranças infantis com o seu avô que já se revelava diferente ao ser identificado como avô Barros.
Ele não parecia gostar de seu nome de batismo e adotou o sobrenome como nome e pelo que ela conta no seu texto anexo o velho Barros usou desta liberdade diante de todas as coisas que lhe aconteceram na vida e que podiam ser alteradas, bastando usar a imaginação..
Acho que você, como eu, vai ter pena de não ter convivido com o avô Barros...
A pergunta pode ser mais direta: quê tipo de avô você é? Acho que todos os que chegamos neste estágio temos muito a aprender com o Barros...
A pergunta pode ser mais direta: quê tipo de avô você é? Acho que todos os que chegamos neste estágio temos muito a aprender com o Barros...
Se ganho na
feira feijão, rapadura, pra que trabalhar?
Já vim da aula
com elas atrás de mim. Em casa, do Google, saíram mais algumas: Pra que mentir?
Pra que fumar? Pra que brigar? Pra que sofrer? Pra que tanto lero lero?
E não é que fui
agarrada logo por essa De papo pro ar?
Agarrou e me
levou com ela até os tempos de eu pequena, no Maracanã, casa do meu avô que
adorava o disco, presente dos colegas de trabalho quando se aposentou.
E a vitrola
tocava e tocava Não quero outra vida, pescando no rio de Gereré... Mas o meu
avô, que nunca pescou na vida, gostava mesmo era de inventar coisas pra
encantar a gente.
Como naquela
vez em que, cheio de mistérios, convocou toda a criançada pra pegar moscas que
ele em seguida fez afogar numa vasilinha com água e, no meio da maior surpresa,
ressuscitou com um pouco de farinha de mandioca!
Depois, jurou
que foram as rezas e bênçãos que tinha aprendido no seminário, e deixou a gente
muito tempo pensando que tinha um avô bruxo ou santo, sei lá. (Só bem mais
tarde, por acaso, descobri a explicação científica pro “milagre”. Que talvez
até possa lhes revelar, pra vocês
encantarem também seus netos e sobrinhos.)
No dia a
dia, contava histórias do Boca Negra, o cachorro dele que fazia qualquer outro
bicho parecer tão bobinho e sem graça... Ou ficava ensinando a gente a rimar e
metrificar, porque dizia sempre que ainda ia ter um neto – ou neta – poeta. E
quando ventava? Não sossegava enquanto não convencia alguém de que aquelas
árvores enormes do morro em frente eram gigantes curvados, cansados de tanta
subida...
Outra vez,
fui com meus pais e irmãos morar fora do Brasil. No meio da choradeira das
despedidas, vovô nos prometeu solenemente que cuidaria muito bem da nossa
cachorrinha, mandaria sempre notícias dela.
Algum tempo depois, eis que
recebemos um envelope gordo, cheio de fotos da Tiroleza amamentando um monte de
gatinhos que, segundo o vovô, ela havia acabado de ganhar! (Até hoje tenho aquelas
fotos. Só a magia é que eu não sei aonde foi parar...)
Ah! Não era
nada fácil ter um avô assim... Todas as crianças tinham avôs que se chamavam
Paulo, João, Felício. Mas o nosso, a gente era obrigado a chamar de Vovô
Barros, porque ele não gostava do nome dele que era Benedito e a gente morria
de rir.
Quanta saudade!
Pra que fui lembrar, meu Deus, se não sei tocar viola e nem tenho papo pra
virar pro ar?
“Quando no
terreiro
Faz noite de
luar
E
vem a saudade
Me
atormentar
Eu
me vingo dela
Tocando
viola
De
papo pro ar”
Nota
do Autor: Pra quem não conhece e também pra quem conhece, recomendo googlar a
música De Papo pro Ar, e se deixar seduzir pelo Ney Matogrosso.
Estela Menezes . abril 2013.
sábado, 20 de abril de 2013
São só 1200 anos luz de distância. \\\a notícia de 17 000 anos luz estava MUITO errada!
Enrico Fermi, o físico italiano que foi um dos pais da bomba atômica em 1945 formulou uma pergunta até hoje sem resposta.
- Estaremos sozinhos no Universo?
Bilhões de galáxias, bilhões e bilhões de estrelas a distâncias já medidas por nós na Terra 17 bilhões de anos luz de distância ... é difícil admitir que não haja vida em outros pontos do Universo.
Cientistas agora descobriram pelo material coletado pela sonda Kepler que há pelo menos dois planetas que teriam condições de ter vida como a Terra abriga.
É meio longe: 1200 anos luz de distância - ou seja a imagem que hoje recebemos destes possíveis planetas saiu de lá no ano de 813 d.C de nosso tempo terrestre.
Se a velocidade da luz é o limite, é inimaginável pensar numa expedição até lá.
Imaginemos uma estação espacial gigantesca - um mundo artificial - esqueça a ideia limitada de satélite.
Povoe este planeta artificial e impulsionemos o objeto em direção ao passado , suponhamos numa velocidade próxima à da luz no vácuo.
Seriam necessárias umas 4000 gerações de astronautas que a tripulem, que tenham filhos, netos etc para ao fim de 4000 gerações chegarem até o planeta.
O que é fantástico é que a nossa especie humana minúscula e com a vida tão curta seja capaz de ao simplesmente observar uma estrela distante a 1200 anos luz ser capaz de mensurar as mudanças no seu brilho provocado pela passagem dos planetas diante dela, reduzindo o seu brilho e nos dizendo que está lá.
Para todos os fins práticos a indagação de Fermi continua sem resposta.
Para todos os fins estamos sozinhos em nosso planetinha azul.
E se isto é mesmo o nosso destino temos de comemorar muito, pois a nossa especie empreendedora é capuz de fazer estas descobertas.
E talvez só consiga chegar a estas deduções com a ajuda de Deus, que neste caso seria mesmo a maior conquista de nossa inteligência.
Ou seria exatamente o contrário?
- Estaremos sozinhos no Universo?
Bilhões de galáxias, bilhões e bilhões de estrelas a distâncias já medidas por nós na Terra 17 bilhões de anos luz de distância ... é difícil admitir que não haja vida em outros pontos do Universo.
Cientistas agora descobriram pelo material coletado pela sonda Kepler que há pelo menos dois planetas que teriam condições de ter vida como a Terra abriga.
É meio longe: 1200 anos luz de distância - ou seja a imagem que hoje recebemos destes possíveis planetas saiu de lá no ano de 813 d.C de nosso tempo terrestre.
Se a velocidade da luz é o limite, é inimaginável pensar numa expedição até lá.
Imaginemos uma estação espacial gigantesca - um mundo artificial - esqueça a ideia limitada de satélite.
Povoe este planeta artificial e impulsionemos o objeto em direção ao passado , suponhamos numa velocidade próxima à da luz no vácuo.
Seriam necessárias umas 4000 gerações de astronautas que a tripulem, que tenham filhos, netos etc para ao fim de 4000 gerações chegarem até o planeta.
O que é fantástico é que a nossa especie humana minúscula e com a vida tão curta seja capaz de ao simplesmente observar uma estrela distante a 1200 anos luz ser capaz de mensurar as mudanças no seu brilho provocado pela passagem dos planetas diante dela, reduzindo o seu brilho e nos dizendo que está lá.
Para todos os fins práticos a indagação de Fermi continua sem resposta.
Para todos os fins estamos sozinhos em nosso planetinha azul.
E se isto é mesmo o nosso destino temos de comemorar muito, pois a nossa especie empreendedora é capuz de fazer estas descobertas.
E talvez só consiga chegar a estas deduções com a ajuda de Deus, que neste caso seria mesmo a maior conquista de nossa inteligência.
Ou seria exatamente o contrário?
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sábado, 16 de março de 2013
Chicletes não grudam nas pedras portuguesas...
Já defendi as pedras portuguesas como as calçadas ideais para o Rio de Janeiro, apesar de queixas diversas quanto à sua manutenção.
É como queixar-se dos automóveis porque há muitas batidas, derrapagens, capotagens e mortes.
CALÇADA DA AVENIDA ATLÂNTICA FOTOGRAFADA AO ACASO. ONDE VOCÊ VÊ UM CHICLETES?
O problema das pedras portuguesas é a conservação.
No Leme, há pouco mais de um mês, uma agência do Bradesco foi autorizada fazer uma calçada de cimento - "como em Nova York..." e o resultado da cópia está lá para que quem queira ver.
A calçada foi até pintada de cinza para parecer melhor, mas hoje está respingada de chicletes cuspidos.
Exatamente como as calçadas de Nova York...
Enquanto constatava o novo nojo constatei a falta de chicletes cuspidos nas calçadas mal conservadas de pedra portuguesas; Nas pedras portuguesas os chicletes que colam em tudo o que é lugar, não grudam.
Numa cidade com calçadas de pedras portuguesas não se vê esta nojeira.
Se em Cingapura eles soubessem disto ninguém com chicletes no bolso seria preso no aeroporto assim como quem ousasse cuspir um chicletes na calçada não seria castigado com bastonadas.
Portanto o Liberdade Carioca aconselha : conservem as pedras portuguesas, mantenham a cidade bela e nos poupem dos chicletes nas calçadas que são muito nojentos!!!
É como queixar-se dos automóveis porque há muitas batidas, derrapagens, capotagens e mortes.
CALÇADA DA AVENIDA ATLÂNTICA FOTOGRAFADA AO ACASO. ONDE VOCÊ VÊ UM CHICLETES?
O problema das pedras portuguesas é a conservação.
No Leme, há pouco mais de um mês, uma agência do Bradesco foi autorizada fazer uma calçada de cimento - "como em Nova York..." e o resultado da cópia está lá para que quem queira ver.
A calçada foi até pintada de cinza para parecer melhor, mas hoje está respingada de chicletes cuspidos.
Exatamente como as calçadas de Nova York...
Enquanto constatava o novo nojo constatei a falta de chicletes cuspidos nas calçadas mal conservadas de pedra portuguesas; Nas pedras portuguesas os chicletes que colam em tudo o que é lugar, não grudam.
Numa cidade com calçadas de pedras portuguesas não se vê esta nojeira.
Se em Cingapura eles soubessem disto ninguém com chicletes no bolso seria preso no aeroporto assim como quem ousasse cuspir um chicletes na calçada não seria castigado com bastonadas.
Portanto o Liberdade Carioca aconselha : conservem as pedras portuguesas, mantenham a cidade bela e nos poupem dos chicletes nas calçadas que são muito nojentos!!!
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